Terceirização de TI

Quanto custa terceirizar a TI de uma empresa em 2026?

Veja quanto custa terceirizar a TI em 2026 com contas fechadas por tamanho de equipe e comparação prática com contratar um analista CLT.

Por Go Desc· · 6 min de leitura

Em 2026, quanto custa terceirizar a TI?

Em 2026, terceirizar a TI pode custar R$ 59 por usuário/mês (remoto ilimitado) ou R$ 99 por usuário/mês (remoto + presencial ilimitado); para equipes de 5, 10 e 25 pessoas, isso dá R$ 295/ R$ 495, R$ 590/ R$ 990 e R$ 1.475/ R$ 2.475 por mês, respectivamente.

Esses valores são uma forma simples e previsível de montar o orçamento de TI por pessoa, sem precisar estimar “quantos chamados vão acontecer” no mês. A seguir, a conta detalhada, o que costuma entrar nesse tipo de terceirização e como comparar com a alternativa de contratar um analista CLT.

A conta fechada (R$ 59 ou R$ 99 por usuário/mês)

A lógica é direta: número de usuários x valor do plano.

Equipe com 5 pessoas

  • Plano Remoto Ilimitado (R$ 59/usuário/mês): 5 x 59 = R$ 295/mês
  • Plano Remoto e Presencial Ilimitado (R$ 99/usuário/mês): 5 x 99 = R$ 495/mês

Equipe com 10 pessoas

  • Plano Remoto Ilimitado: 10 x 59 = R$ 590/mês
  • Plano Remoto e Presencial Ilimitado: 10 x 99 = R$ 990/mês

Equipe com 25 pessoas

  • Plano Remoto Ilimitado: 25 x 59 = R$ 1.475/mês
  • Plano Remoto e Presencial Ilimitado: 25 x 99 = R$ 2.475/mês

Esses valores fazem sentido quando a empresa quer:

  • custo previsível por usuário;
  • chamados ilimitados;
  • suporte recorrente para o dia a dia (e não só quando “para tudo”).

O que está incluso por usuário (e por que isso muda o custo real)

Ao comparar preço, o ponto é evitar comparar “suporte” com “suporte + pacote de ferramentas”. Em muitos cenários, a empresa paga separadamente itens que já poderiam vir no plano.

Nos planos da Go Desc, por usuário está incluso:

  • Chamados ilimitados (no remoto e no remoto + presencial)
  • DescMail (5 GB de e-mail)
  • DescDrive (1 GB)
  • DescBackup (5 GB)
  • 1 ramal DescVoip
  • Antivírus gerenciado (EDR)

Na prática, isso ajuda a evitar que o custo total de TI fique “espalhado” em várias notas fiscais e renovações com datas diferentes.

Quando faz sentido pagar R$ 59 vs. R$ 99 por usuário/mês

Não existe resposta única, mas dá para decidir pelo tipo de operação.

Plano de R$ 59 (Remoto ilimitado)

Tende a funcionar bem quando:

  • a empresa é mais digital e consegue resolver quase tudo remotamente;
  • o time trabalha híbrido/remoto e o parque é relativamente padronizado;
  • há baixa necessidade de intervenção física (troca de equipamento, cabeamento, mão na massa local).

Plano de R$ 99 (Remoto + presencial ilimitado)

Tende a funcionar melhor quando:

  • a empresa depende de infraestrutura local (rede, impressoras, dispositivos específicos);
  • há rotatividade de máquinas e necessidade frequente de setup presencial;
  • o time quer previsibilidade também para visitas, sem ter que aprovar cada deslocamento.

Atendimento remoto: em todo o Brasil.

Atendimento presencial: a partir de São Caetano do Sul, Alphaville/Barueri e Indaiatuba (SP).

Comparando com o custo de um analista de TI CLT (como fazer a conta certa)

Para comparar terceirização com contratação CLT, o mais importante é comparar capacidade x risco x previsibilidade, e não só “salário x mensalidade”.

A terceirização por usuário costuma ser comparada a “um analista interno”, mas um analista CLT normalmente envolve:

  • remuneração mensal;
  • encargos e custos de contratação/manutenção;
  • férias e afastamentos;
  • troca de conhecimento (quando a pessoa sai);
  • necessidade de ferramentas (antivírus, backup, e-mail, telefonia etc.) que podem não estar incluídas no salário.

Sem entrar em números de salário (porque variam muito por região, senioridade e modelo de trabalho), a comparação prática fica assim:

1) O que a empresa realmente precisa: cobertura ou “uma pessoa”

  • Se a demanda é constante e variada, a empresa geralmente precisa de cobertura (vários tipos de problemas, continuidade, documentação, rotina de prevenção).
  • Um analista CLT pode ser excelente, mas continua sendo uma pessoa: quando está em férias, doente, em treinamento ou sobrecarregado, o atendimento acumula.

Na terceirização, a lógica é contratar um serviço com processo e continuidade.

2) Custo previsível vs. custo “em camadas”

A terceirização por usuário transforma parte do orçamento em uma linha previsível.

Exemplo de previsibilidade (mensalidade total):

  • 10 pessoas no plano remoto: R$ 590/mês
  • 10 pessoas no plano remoto + presencial: R$ 990/mês

Quando a empresa opta por CLT, o custo tende a vir em camadas (salário + encargos + ferramentas + eventuais consultorias externas para temas específicos).

3) Ferramentas e segurança: o “pacote” pesa no total

Mesmo com analista interno, é comum a empresa ainda pagar por:

  • antivírus/EDR;
  • backup;
  • e-mail corporativo;
  • armazenamento;
  • telefonia/ramal.

Quando esses itens já vêm por usuário, a comparação com CLT fica mais justa, porque o valor não é só “mão de obra de suporte”.

4) Escalabilidade (contratar mais gente vs. aumentar usuários)

Em PME, o crescimento costuma ser irregular: entra cliente, contrata 3 pessoas, depois estabiliza.

  • Na terceirização, o ajuste costuma ser: aumentou usuário, aumenta a mensalidade.
  • No CLT, muitas vezes a empresa fica no “meio do caminho”: um analista já não dá conta, mas dois analistas ainda parece demais para o tamanho.

O que pode fazer o custo subir (mesmo terceirizando)

Terceirizar TI ajuda a organizar custos, mas ainda existe variação conforme o ambiente e as decisões internas. Alguns fatores que costumam aumentar o esforço (e, portanto, a necessidade de plano mais adequado) são:

  • Parque heterogêneo (muitas marcas/modelos/sistemas diferentes)
  • Rede instável ou sem documentação
  • Máquinas antigas e sem padrão de atualização
  • Muitas impressoras e periféricos críticos para operação
  • Sem política de senhas e acessos (a equipe “se vira” como dá)
  • Muitas ferramentas sem dono (cada área contrata um software e ninguém integra)

A consequência é mais incidente e menos prevenção. Nesses casos, vale priorizar padronização e rotina (e, quando aplicável, considerar o plano com presencial).

Como escolher o modelo certo para sua PME em 2026

Uma forma simples de decidir é responder a três perguntas:

1) Qual é o custo aceitável por usuário?

  • Se a empresa quer o mínimo custo previsível e resolve quase tudo online: R$ 59/usuário/mês.
  • Se a empresa quer cobrir também intervenções no local (quando disponível): R$ 99/usuário/mês.

2) Onde está o gargalo hoje?

  • Muito problema repetitivo (senha, e-mail, acesso, máquina lenta) → costuma se beneficiar de suporte remoto e padronização.
  • Muito problema físico (rede, impressora, troca de equipamento) → presencial tende a fazer diferença.

3) O objetivo é “apagar incêndio” ou reduzir incidente?

Terceirização funciona melhor quando vira rotina: inventário, atualização, acesso, backup e segurança deixam de ser improviso.

Quanto custa terceirizar TI em 2026 (resumo rápido)

  • R$ 59 por usuário/mês (remoto ilimitado)
  • R$ 99 por usuário/mês (remoto + presencial ilimitado)

Contas fechadas:

  • 5 usuários: R$ 295 ou R$ 495/mês
  • 10 usuários: R$ 590 ou R$ 990/mês
  • 25 usuários: R$ 1.475 ou R$ 2.475/mês

Comparação com analista CLT: em vez de comparar apenas com salário, compare continuidade, cobertura, ferramentas inclusas e previsibilidade.

Próximo passo: montar o custo por usuário da sua empresa

Para montar a conta com a quantidade exata de usuários e escolher entre remoto ou remoto + presencial, o caminho mais simples é usar a página de planos.

Monte o plano em https://www.godesc.com.br/#monte-seu-plano.

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